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Sciaena umbra

Corvina · pesca, iscas e melhor época

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Peixe de rocha muito apreciado, noturno e tímido. Emite um som característico de tambor com a bexiga natatória.

Corvina — Sciaena umbra

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Tamanho20-50 cm
Peso0.5-3 kg
Profundidade5-50 m
Dificuldade★★★★★
Longevidade10 anos
FamíliaSciaenidae

Visão geral

Peixe de rocha muito apreciado, noturno e tímido. Emite um som característico de tambor com a bexiga natatória.

Identificação

Bexiga natatória adaptada para produzir sonsNadadeiras dorsais separadasPele acetinadaEscamas ctenoidesOlhos grandesBoca voltada para baixoNadadeiras peitorais longasMancha escura no início da linha lateral
Corpo
Corpo oval, comprimido lateralmente, com perfil convexo.
Coloração
Cor bronze-marrom com reflexos dourados e manchas escuras espalhadas.
Dimorfismo sexual
Ausente/pouco evidente
Crescimento
Médio, comum em ambientes mais quentes que favorecem o crescimento

Taxonomia

Família
Sciaenidae
Ordem
Perciformes
Classe
Actinopterygii

Espécies aparentadas

Sciaena deliciosaSciaena callaensisLarimichthys polyactisNibea albifloraArgyrosomus regius

Habitat e distribuição

Ambiente
Costa, Recifes
Fundo preferido
Rocha, Recife
Distribuição geográfica
Presente ao longo das costas do Mar Mediterrâneo e do Mar Negro, e ao longo das costas orientais do Oceano Atlântico, do Golfo da Biscaia até Angola.
Micro-habitat
Esconde-se durante o dia em fendas e cavidades entre as rochas, sai durante a noite para se alimentar.

A presença de habitats de refúgio como cavernas e fendas é essencial para sua sobrevivência.

Presença por zona marinha

Tirreno NordMáxima
Tirreno CentroMáxima
Tirreno SudMáxima
Adriatico NordMáxima
Adriatico CentroMáxima
Adriatico SudMáxima
Ionio NordMáxima
Ionio CentroMáxima
Sardegna OvestMáxima
Sardegna EstMáxima
Sicilia TirrenoMáxima
Sicilia Ionio CanaleMáxima
Eu Mediterraneo OvestMáxima
Eu Mediterraneo EstMáxima
Eu Golfo BiscagliaMáxima
Eu Azzorre Madeira CanarieMáxima
Af Atlantico Trop EMáxima
Af Golfo GuineaMáxima

Alimentação

Presa principal
peixes pequenos, cefalópodes, crustáceos
Presa secundária
anelídeos, vermes poliquetas, moluscos bivalves
Presa ocasional
plâncton, cnidários
Comportamento alimentar
Caça principalmente à noite, usando os sentidos auditivos para localizar presas. Alimenta-se perto do fundo rochoso.
Predadores naturais
garoupas, golfinhos, tubarão-de-pontas-brancas, focas

Capaz de perceber as vibrações das presas através de órgãos sensoriais especializados.

Comportamento

Atividade
nocturnal
Comportamento social
small_groups
Agressividade
low
Migração
Residente, com movimentos sazonais entre diferentes profundidades.
Comportamento sazonal
Tende a mover-se para águas mais profundas durante os meses mais frios. Durante os meses mais quentes, é encontrado mais facilmente próximo à costa.
Juvenis
Os jovens tendem a permanecer em águas mais rasas, escondendo-se entre as rochas.
Adultos
Os adultos formam pequenos grupos e são mais móveis durante a noite para caçar.

Reprodução

Época de desova
abril, maio, junho
Profundidade de desova
entre 20 e 60 metros
Ovos
Ovos pelágicos, muito pequenos, flutuando no plâncton.
Fase larval
Larvas pelágicas que se desenvolvem no plâncton até a maturidade.
Maturidade sexual
3-4 anos

Quando pescar Corvina

Calendário de atividade

Jan
Fev
Mar
Abr
Mai
Jun
Jul
Ago
Set
Out
Nov
Dez
MáximaBoaBaixaInativa

Atividade por estação

Spring
90%
Summer
100%
Autumn
90%
Winter
70%

Melhores horários

Diatramonto
Noitenotte, tarda sera

Esta espécie mostra a máxima atividade de pesca em primavera, verão e outono, quando o índice de produtividade (FPI) atinge os valores mais altos.

Condições ideais

Pressão atmosférica

Baixa

Very active at night, leaves caves to hunt.

Média

Regular activity, feeds normally.

Alta

Stays in caves, less active.

Tendência barométrica
Em subida

Reduced activity.

Estável

Feeds regularly at night.

Em queda

More active, leaves shelter earlier.

Temperatura da água

10°CZona ótima: 14-24°C27°C
Maré preferida: moving

Onde pescá-lo

Melhores spots

recifesbancosbarreiras artificiaisportos

Preferência de fundo

Misto
100%
Areia
90%
Rocha
80%
Posidônia
70%
Lama
60%

Tipo de spot

Praia
100%
Estuário
100%
Porto
90%
Cais
90%
Recife
80%
Boat
80%

Técnicas de pesca

Recomendadas

pesca de fundopesca de profundidadepesca de correntepesca submarina

Outras aplicáveis

Rock FishingPesca A FondoBolentinoSurfcastingSurfcasting MedioBeach FishingBeach LedgeringBolentino MedioSpinningSpinning LeggeroSurfcasting NotturnoSurfcasting Pesante

Iscas recomendadas

camarõeslulassardinhasmexilhões

Iscas por pressão

Baixa
Jig head + softbaitKabura / Tai rubberPaddle tail softbaitShad softbaitShrimp artificiale (gomma)Slow pitch jig
Média
Calamaro interoFiletto di pesceGambero morto / GamberoGambero vivoPezzo di pesceSeppia mortaStriscia di calamaro
Alta
ArenicolaEsca naturale (generica)Verme americanoVerme coreanoBigattino

Como pescá-lo de verdade

A corvina é um peixe de pedra discreto e noturno, com olhos grandes e boca voltada para baixo, feito para procurar alimento junto ao fundo. Durante o dia parece desaparecer nas fendas, mas quando a luz baixa sai dos abrigos e se torna um alvo real para quem sabe ler o habitat.

🐟 Para saber

Uma característica real e distintiva é a bexiga natatória adaptada para produzir sons. Nos peixes da família Sciaenidae esse traço é bem conhecido, e é uma das marcas biológicas por trás dos nomes comuns usados para muitos representantes do grupo.

🌊 Onde e quando

Vive em costas rochosas, recifes, lajes e estruturas artificiais, geralmente entre 5 e 50 metros, ao longo do Mediterrâneo, Mar Negro e Atlântico oriental. Esconde-se de dia em cavidades e fendas, e à noite se desloca sobre o fundo. Nos meses quentes aparece mais perto da costa, enquanto nos frios tende a descer para águas mais profundas; entre abril e junho está em período reprodutivo, entre 20 e 60 metros.

🎣 Como pescá-lo de verdade

Para pescá-la de verdade, a via mais concreta é a pesca de fundo ou o bolentino sobre pedra viva, lajes e bordas de tocas, trabalhando sobretudo no entardecer e à noite. Uma vara robusta de 2,4-3 metros, nylon 0,30 mm, líder de fluorocarbono 0,25 mm, anzóis 1/0 e chumbo de 50-100 g permitem apresentar bem camarões, lulas, sardinhas ou mexilhões junto ao fundo, onde a corvina procura peixes pequenos, cefalópodes e crustáceos.

💡 O detalhe que faz a diferença

O conselho que faz diferença é simples: trabalhe a borda das fendas, não o interior delas. A corvina passa o dia abrigada, mas se alimenta perto do fundo rochoso quando sai; manter a isca logo do lado de fora da toca reduz enroscos e a coloca exatamente na rota natural noturna do peixe.

Dicas de captura e manuseio

Luta
Resistência moderada com tentativas de se refugiar entre as rochas.
Manuseio
Manusear com cuidado para evitar danos à pele sensível.
Soltura
Libere rapidamente para minimizar o estresse, preferencialmente em água profunda.

Curiosidades e cultura

Capturas recorde
Tamanho máximo documentado: até cerca de 70 cm de comprimento (fonte: FishBase). Não existe recorde IGFA All-Tackle para esta espécie.
Na cozinha
Apreciada na culinária mediterrânea, geralmente frita ou assada.
Notas culturais
Em algumas culturas mediterrâneas, às vezes é associada aos ritmos do mar pelo seu som de tamborilar.
Notas históricas
Espécie sempre considerada valiosa pelos pescadores pela carne saborosa.

Guias de pesca para esta espécie

Perguntas frequentes

Qual é a melhor época para pescar Corvina?

Março, abril, maio, junho, julho, agosto, setembro, outubro, novembro. Esta espécie mostra a máxima atividade de pesca em primavera, verão e outono, quando o índice de produtividade (FPI) atinge os valores mais altos.

Quais técnicas funcionam melhor para Corvina?

pesca de fundo, pesca de profundidade, pesca de corrente, pesca submarina

Do que Corvina se alimenta?

peixes pequenos, cefalópodes, crustáceos

A que profundidade Corvina vive?

5-50 m. Esconde-se durante o dia em fendas e cavidades entre as rochas, sai durante a noite para se alimentar.

Que iscas usar para Corvina?

camarões, lulas, sardinhas, mexilhões

Onde se pesca Corvina?

recifes, bancos, barreiras artificiais, portos

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