Visão geral
Peixe de fundo endêmico do Brasil, muito valorizado pela carne. Vive em fundos rochosos e mistos.
Identificação
- Corpo
- Corpo alongado e afilado, típico de um peixe bentônico.
- Coloração
- Coloração marrom claro com manchas e listras escuras nas costas e laterais.
- Dimorfismo sexual
- Ausente/pouco evidente
- Crescimento
- Médio, típico de espécies de fundo que vivem em águas temperadas
Taxonomia
- Família
- Pinguipedidae
- Ordem
- Perciformes
- Classe
- Actinopterygii
Espécies aparentadas
Habitat e distribuição
- Ambiente
- coast, reefs
- Fundo preferido
- rock, gravel, sand
- Distribuição geográfica
- Endêmico das costas do Brasil, prefere áreas costeiras com fundos mistos de rochas e areia.
- Micro-habitat
- Esconde-se em fendas de rochas e sob saliências para se proteger de predadores.
Prefere áreas com correntes moderadas, que facilitam a disponibilidade de alimentos.
Presença por zona marinha
Alimentação
- Presa principal
- Crustáceos, Peixes pequenos, Moluscos
- Presa secundária
- Anelídeos, Equinodermos, Camarões
- Presa ocasional
- Plâncton, Larvas de peixes
- Comportamento alimentar
- Caça no fundo do mar, aproveitando sua rapidez e habilidade de camuflagem entre as rochas.
- Predadores naturais
- Tubarões, Grandes garoupas, Aves marinhas de rapina
Sua dieta varia ligeiramente dependendo das estações e da disponibilidade de presas.
Comportamento
- Atividade
- diurnal
- Comportamento social
- solitary
- Agressividade
- medium
- Migração
- Residente
- Comportamento sazonal
- Mais ativo durante a temporada quente, quando as presas são mais abundantes.
- Juvenis
- Jovens costumam ser mais sociáveis, formando pequenos grupos próximos a fundos arenosos.
- Adultos
- Tendem a estabelecer territórios individuais e caçar sozinhos.
Reprodução
- Época de desova
- janeiro, fevereiro, março
- Profundidade de desova
- Entre 20 e 60 metros
- Ovos
- Ovos pelágicos, pequenos com membrana transparente.
- Fase larval
- As larvas são planctônicas, crescendo rapidamente nos primeiros meses.
- Maturidade sexual
- 3-4 anos
Quando pescar Namorado
Calendário de atividade
Atividade por estação
Melhores horários
Esta espécie mostra a máxima atividade de pesca em primavera, verão e outono, quando o índice de produtividade (FPI) atinge os valores mais altos.
A atividade de pesca diminui em inverno, quando as condições são menos favoráveis.
Condições ideais
Pressão atmosférica
Moves off the bottom to feed.
Regular bottom feeding.
Stationary on bottom, delicate bites.
Temperatura da água
Onde pescá-lo
Melhores spots
Preferência de fundo
Tipo de spot
Técnicas de pesca
Recomendadas
Outras aplicáveis
Iscas recomendadas
Iscas por pressão
Dicas de captura e manuseio
- Luta
- Resistente e estratégico, tende a se dirigir para as pedras para se soltar do anzol.
- Manuseio
- Manipule com cuidado evitando áreas com espinhos, use luvas se possível.
- Soltura
- Libere rapidamente após verificar possíveis danos, de preferência na água.
Curiosidades e cultura
- Capturas recorde
- Espécie que em algumas áreas do oceano Atlântico pode atingir tamanhos consideráveis, com exemplares descritos na literatura até 7 kg.
- Na cozinha
- Usado em pratos típicos como a moqueca, uma sopa de peixe tradicional do Brasil.
- Notas culturais
- Amado por sua carne delicada e saborosa, presente em várias festividades locais brasileiras.
- Notas históricas
- Tradicionalmente pescado pela população costeira do Brasil, é um peixe com inúmeros usos conhecidos na gastronomia local.
