Visão geral
Predador costeiro entre os mais cobiçados do Brasil. Caça em estuários e águas costeiras turvas usando a linha lateral.
Identificação
- Corpo
- Corpo alongado e comprimido lateralmente, semelhante ao de outros peixes fracos.
- Coloração
- Amarelo brilhante com reflexos prateados; os lados apresentam linhas longitudinais mais escuras.
- Dimorfismo sexual
- Ausente/pouco evidente
- Crescimento
- Rápido, espécie de crescimento rápido ideal para colonizar ambientes costeiros variáveis
Taxonomia
- Família
- Sciaenidae
- Ordem
- Perciformes
- Classe
- Actinopterygii
Espécies aparentadas
Habitat e distribuição
- Ambiente
- coast, estuaries, brackish
- Fundo preferido
- sand, mud, estuarine
- Distribuição geográfica
- Presente ao longo das costas atlânticas da América do Sul, da Venezuela ao sudeste do Brasil.
- Micro-habitat
- Refugia-se nas águas turvas dos estuários e caça perto do fundo arenoso ou lamacento.
Prefere habitats com fundo arenoso ou lamacento, frequente em áreas com águas turvas.
Presença por zona marinha
Alimentação
- Presa principal
- camarões, peixes pequenos, crustáceos
- Presa secundária
- lulas, larvas de peixe, caranguejos
- Presa ocasional
- anelídeos, moluscos
- Comportamento alimentar
- Predador ativo que usa a linha lateral para detectar presas em águas turvas. Muitas vezes caça em pequenos cardumes.
- Predadores naturais
- tubarões, golfinhos, grandes peixes carnívoros
Segue pequenos cardumes de peixes ao longo dos estuários e litorais, contribuindo para o controle das populações de presas.
Comportamento
- Atividade
- diurnal
- Comportamento social
- small_groups
- Agressividade
- medium
- Migração
- Residente, mas realiza pequenos deslocamentos sazonais entre estuários e costas abertas.
- Comportamento sazonal
- Durante a estação das chuvas, tende a se mover em direção aos estuários, formando agrupamentos para a reprodução.
- Juvenis
- Os indivíduos jovens geralmente permanecem mais próximos da costa e dos estuários, preferindo águas rasas.
- Adultos
- Os adultos podem aventurar-se em águas mais profundas, mas tendem a permanecer em áreas costeiras.
Reprodução
- Época de desova
- novembro, dezembro
- Profundidade de desova
- entre 5 e 15 metros
- Ovos
- Ovos pelágicos, transparentes e pequenos, que flutuam na superfície da água.
- Fase larval
- As larvas são transparentes e se deslocam para águas costeiras e estuários para se alimentar e crescer.
- Maturidade sexual
- entre 2 e 3 anos
Quando pescar Pescada-amarela
Calendário de atividade
Atividade por estação
Melhores horários
Esta espécie mostra a máxima atividade de pesca em primavera, verão e outono, quando o índice de produtividade (FPI) atinge os valores mais altos.
A atividade de pesca diminui em inverno, quando as condições são menos favoráveis.
Condições ideais
Pressão atmosférica
Very active in murky water after rain.
Hunts regularly in estuaries.
Less active, stays on the bottom.
Temperatura da água
Onde pescá-lo
Melhores spots
Preferência de fundo
Tipo de spot
Técnicas de pesca
Recomendadas
Outras aplicáveis
Iscas recomendadas
Iscas por pressão
Dicas de captura e manuseio
- Luta
- Tende a brigar com força, realizando deslocamentos rápidos e fugas curtas.
- Manuseio
- Manuseie com cuidado para evitar a perda das escamas e o dano à pele delicada.
- Soltura
- Liberte rapidamente na água, certificando-se de que ele volte a nadar antes de soltá-lo.
Curiosidades e cultura
- Capturas recorde
- O maior registro de Pescada-amarela documentado atingiu 24 kg. É uma espécie importante para a pesca esportiva ao longo da costa atlântica da América do Sul, onde exemplares acima de 15 kg são considerados de grande valor.
- Na cozinha
- Usada principalmente na preparação de pratos como moqueca e frita após marinar rapidamente.
- Notas culturais
- Apreciada nas feiras locais como símbolo das comunidades pesqueiras costeiras do Brasil.
- Notas históricas
- Tradicionalmente pescada como alimento básico pelas comunidades costeiras da América do Sul por séculos.
