Visão geral
O maior peixe-plano do Atlântico ocidental. Muito popular no Golfo do México, também é pescado com gigging noturno.
Identificação
- Corpo
- Corpo achatado lateralmente com ambos os olhos no lado superior.
- Coloração
- Coloração marrom esverdeada com manchas pretas irregulares no lado superior para se camuflar com fundos arenosos.
- Dimorfismo sexual
- Pouco evidente
- Crescimento
- Médio, embora o crescimento possa depender das condições ambientais e do acesso aos recursos alimentares.
Taxonomia
- Família
- Paralichthyidae
- Ordem
- Pleuronectiformes
- Classe
- Actinopterygii
Espécies aparentadas
Habitat e distribuição
- Ambiente
- coast, estuaries, brackish
- Fundo preferido
- sand, mud, seagrass
- Distribuição geográfica
- Ao longo da costa atlântica dos Estados Unidos, da Carolina do Norte até o Golfo do México.
- Micro-habitat
- Prefere se esconder parcialmente enterrada no fundo arenoso ou lamacento, perto da vegetação subaquática.
As passeras meridionais adaptam-se facilmente a habitats salobros e mostram preferência por áreas menos perturbadas.
Presença por zona marinha
Alimentação
- Presa principal
- camarões, peixes pequenos, crustáceos
- Presa secundária
- caranguejos, larvas de insetos, moluscos
- Presa ocasional
- anelídeos, algas marinhas
- Comportamento alimentar
- Usa a camuflagem para se aproximar silenciosamente das presas, avançando rapidamente para capturá-las com sua boca ampla.
- Predadores naturais
- tubarões, grandes peixes predadores, aves marinhas
Seu método de alimentação está intimamente ligado à sua capacidade de camuflagem em seu habitat específico.
Comportamento
- Atividade
- nocturnal
- Comportamento social
- solitary
- Agressividade
- low
- Migração
- Realiza migrações sazonais para águas mais profundas durante o inverno.
- Comportamento sazonal
- Nos meses mais quentes, aproximam-se das zonas costeiras e estuários; no inverno migram para águas mais profundas.
- Juvenis
- Os jovens tendem a permanecer mais próximos à costa e aos fundos arenosos.
- Adultos
- Os adultos colonizam fundos mais variados e podem ser encontrados em águas salobras e marinhas.
Reprodução
- Época de desova
- setembro, outubro, novembro
- Profundidade de desova
- entre 20 e 60 metros
- Ovos
- Ovos pelágicos e transparentes, de pequeno tamanho.
- Fase larval
- As larvas são planctônicas, influenciadas pelas correntes marinhas até a metamorfose em uma idade jovem.
- Maturidade sexual
- 2-3 anos
Quando pescar Linguado do sul
Calendário de atividade
Atividade por estação
Melhores horários
Esta espécie mostra a máxima atividade de pesca em primavera, verão e outono, quando o índice de produtividade (FPI) atinge os valores mais altos.
A atividade de pesca diminui em inverno, quando as condições são menos favoráveis.
Condições ideais
Temperatura da água
Onde pescá-lo
Melhores spots
Preferência de fundo
Tipo de spot
Técnicas de pesca
Recomendadas
Outras aplicáveis
Iscas recomendadas
Iscas por pressão
Dicas de captura e manuseio
- Luta
- Brigador mas sem saltos ou movimentos bruscos exagerados, tende a resistir usando seu corpo achatado.
- Manuseio
- Manuseie com cuidado para evitar danificar a pele ou as barbatanas.
- Soltura
- Solte cuidadosamente em águas rasas para uma recuperação segura.
Curiosidades e cultura
- Capturas recorde
- As passere meridionais podem alcançar tamanhos significativos, com exemplares documentados que ultrapassam os 5 kg e se tornam presas cobiçadas na pesca esportiva ao longo da costa atlântica dos EUA.
- Na cozinha
- Frequentemente utilizada em pratos de peixe frito, muito popular preparada 'à meunière'.
- Notas culturais
- Apreciada por sua carne delicada e branca, é muito procurada por pescadores esportivos.
- Notas históricas
- A passera meridional tem sido pescada tradicionalmente há séculos, contribuindo para a economia das comunidades costeiras no Atlântico.
